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Piscina em condomínio: legislação e cuidados

Piscina em condomínio: legislação e cuidados

9.10.18

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postado por MARKETING KIPER

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TECNOLOGIA

Piscina em condomínio pode ser um ótimo investimento para valorização do empreendimento e bem-estar dos moradores, mas exige cuidados redobrados do síndico, tanto com relação à manutenção como também para a prevenção de acidentes. Segundo reportagem, o afogamento é maior causa de mortes acidentais de crianças. Grande parte dos afogamentos de crianças em piscinas de condomínios ocorrem por descuido e poderiam ser evitados caso os moradores e/ou funcionários seguissem as regras para utilização desse espaço.

Com o verão se aproximando é comum o aumento do fluxo de pessoas nas piscinas de condomínios residenciais. Por isso, alguns cuidados são essenciais para prevenir acidentes e manter a limpeza do local. A piscina em condomínio, assim como em outras áreas comuns do condomínio, deve oferecer aos moradores e visitantes instruções de uso. Para evitar transtornos, é necessário que as regras sejam definidas em Assembleia e disponibilizadas a todos os condôminos no regimento interno.

Pelo fato do síndico responder civil e criminalmente por tudo o que acontece no condomínio, é de fundamental importância que o responsável pela gestão condominial tenha cuidado redobrado com relação à segurança, manutenção, limpeza e funcionamento desta área de lazer. O cuidado deve ser redobrado, especialmente no verão, afinal nessa época do ano é comum a incidência de doenças decorrentes da falta de tratamento adequado da água na piscina de condomínios, como micoses, conjuntivite e hepatite.

Confira a seguir algumas orientações para manter a segurança e higiene do local.

Cuidados para manter a segurança na piscina de condomínios

Manter a limpeza da piscina em dia

Diversos problemas de saúde podem surgir quando o tratamento da água da piscina em condomínio não é feito de maneira adequada. Para evitar contaminação, a limpeza da água da piscina em condomínio deve ser realizada de forma contínua. Além disso, o síndico deve exigir que os moradores sigam as regras determinadas para uso do local e colaborem com a limpeza do local.

A NBR 11238 e a NBR 10818 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) orientam sobre a limpeza e a manutenção desse espaço. Entre as regras mais comuns para manter a limpeza da piscina está a proibição da entrada de alimentos e o uso de óleo bronzeador, além da obrigatoriedade do banho na ducha antes de entrar na piscina.

Comunicar normas de uso dos espaços de lazer

O descumprimento das normas de uso da piscina em condomínio pode ocasionar uma série de complicações e, até mesmo, ser motivo de conflitos entre moradores. É papel do síndico garantir que moradores, visitantes e funcionários cumpram com as normas de uso dos espaços de lazer determinadas no regimento interno.

Para isso, é essencial promover uma comunicação condominial eficaz. Distribuir informativos para divulgar as regras de convivência do condomínio por meio dos principais canais de comunicação com os moradores é uma das iniciativas que o síndico deve adotar para garantir a segurança nas áreas comuns do prédio.

Promover a manutenção preventiva do local

A manutenção preventiva do local é de responsabilidade do síndico, porém dependendo do tamanho do condomínio, cabe ao gestor avaliar em conjunto com os moradores a necessidade da contratação de uma empresa especializada para prestação desse tipo de serviço. Listamos algumas das medidas essenciais que devem ser adotadas para garantir a segurança na piscina de condomínios:

– Instalação de dispositivos contra sucção;

– Verificar a potência adequada do motor da bomba de sucção para cada piscina;

– Manter a regulagem correta da potência do motor da bomba constantemente;

– Manter profissionais responsáveis para cuidarem da limpeza da água regularmente;

– Manter a atenção à manutenção dos ralos, substituindo-os quando necessários.

Sinalização para acesso à área da piscina

Manter a área da piscina bem sinalizada é fundamental para garantir a segurança dos moradores, bem como para assegurar o cumprimento das normas de funcionamento desse espaço. Além da placas de sinalização, o condomínio deve oferecer fácil acesso à pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, contemplando pisos antiderrapantes entre outros recursos de acessibilidade nas áreas de uso comum.

Confira no blog da Kiper outras dicas para promover uma gestão condominial eficaz e segura.

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